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N° 47 - Sexuao Sintoma Nominao

R$ 47,00

Sumário

Jenseits des Lustprinzips
Sigmund Freud
Alm do princpio de prazer
Sigmund Freud (Traduo: Eduardo Vidal)
Uma leitura do Captulo I de Alm do princpio de prazer
Eduardo Vidal

.:: Sexuao ::.

Identificao, sexuao, nominao, sinthoma
Bruno Netto dos Reys
As mulheres analistas e a sexuao
Maria Cristina Vecino de Vidal
A recusa a tomar-se por mulher
Diana Lidia Mariscal
Os tempos da privao e a lgica da sexuao
Nilza Ericson
Notas sobre a bissexualidade e a feminilidade
Francisco Jos Bezerra Santos
Relao me-filha na constituio da feminilidade
Nomia Crespo
Que queres? / Que quer uma mulher?
Alicia Liliana Sterlino
S <> a e a posio do analista feita do objeto a
Sofia Saru
Posio sexuada e final de anlise
Arlete Garcia

.:: Sintoma ::.

A insondvel deciso do ser: torna-te o que tu s
Claudia de Moraes Rego
A responsabilidade do analista
Isabela Bueno do Prado
No importa, h mais luz quando algum fala
Letcia Nobre
Acerca de uma queixa de problemas de memria na velhice: Signorelli e Acrpole
Glria Castilho
Zer-wutzelte Graf?
Anna Beatriz Medici
O n e o corpo: de Schreber a Joyce
Daniela Menaged
Sinthoma
Leny de A. Andrade
Slvia Disitzer
Vera Vinheiro

.:: Nominao ::.

Pontuaes sobre o nome prprio e a voz
Eduardo Vidal
Nominao A.E.
Anete Tizue Tokashiki Arita
A morte, a marca, o nome
Ana Maria Portugal M. Saliba
Fernando Pessoa e suas Pessoas
Benita Losada A. Lopes
Rossely S. Matheus Peres
Franois Weyergans e o romance Le pitre. A escrita literria como efeito de uma anlise
Analucia Teixeira Ribeiro
Uma introduo semntica dos nomes prprios
Pedro Santos

.:: Homenagem ::.

Homenagem a Carlos Ruiz
Eduardo Vidal
Nota sobre a Banda de Moebius
Carlos A. Ruiz (Traduo: Maria Jos Estevez Acua)
Notas sobre a estrutura de borda em psicanlise
Carlos A. Ruiz
Eduardo A. Vidal

Apresentação

A Escola Letra Freudiana se props a trabalhar sexuao sintoma nominao. Esses trs termos apontam a uma travessia, um percurso, que implica o ato de responsabilizar-se.

A sexuao exige uma lgica que parte da proposio de que no existe relao sexual: Quando digo no existe relao sexual, formulo, muito precisamente, esta verdade: que o sexo no define relao alguma no ser falante. Essa proposio retoma a questo da castrao em Freud, evidenciando a incompatibilidade que emerge de seus efeitos naqueles que chamamos de homem e de mulher, e cria um campo em que nenhuma complementariedade possvel.

Ao elaborar as frmulas da sexuao, Lacan escreve o que ocorre com o sujeito em relao a sua posio sexuada. Essa lgica recoloca as questes da sexualidade, da feminilidade, do falo, do gozo e do objeto a.

O sintoma o cerne da experincia analtica. No poderia ser diferente uma vez que toda anlise se inicia quando o analisante demanda ao analista que escute seu sintoma.

A psicanlise, por trabalhar com a particularidade do sintoma, circunscreve a singularidade de como o sujeito goza. Ao final do percurso resta-lhe responsabilizar-se por suas decises, savoir y faire com seu sintoma.

Os trs registros Real, Simblico, Imaginrio concebidos como nominaes articulam a trade freudiana inibio-sintoma-angstia, como ela aparece na clnica: inibio como nominao imaginria, sintoma como nominao simblica, angstia como nominao real.

Cada registro representa uma dimenso o impensvel para o Real, o equvoco para o Simblico, o sentido para o Imaginrio; a quarta consistncia articulvel ao complexo de dipo o que os enoda. A nominao est enlaada experincia de uma anlise, j que nessa travessia que pode surgir o autorizar-se analista.

Nesta revista reunimos os escritos que resultaram desse trabalho da Escola em trs sees que correspondem aos termos sexuao, sintoma e nominao.

Iniciamos por uma edio bilngue da traduo do Captulo I do Alm do princpio de prazer, texto que marca uma virada crucial na obra freudiana, pedra angular da transmisso da psicanlise.

Conclumos com uma homenagem ao matemtico Carlos Ruiz ao publicar dois de seus ltimos textos produzidos durante sua estadia no Rio de Janeiro e enviados ao Encontro de Caracas, em julho de 1980 que contou com a presena de Jacques Lacan.

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